Prefeito Dinho do Braz participa da cerimônia do Lava Pés da Paróquia Santo Antônio

Várias pessoas, cujo trabalho têm reflexo no meio ambiente, renovaram seu compromisso em preservá-lo.
Publicado em: 17 de Abril de 2017. Última Atualização: 17 de Abril de 2017


 

O prefeito Dinho do Braz participou na última quinta-feira(13), na paróquia Santo Antônio, da celebração da Missa de Lava Pés. "Fiquei muito honrado em fazer parte desse grupo com pessoas ligadas à atividades que tem impacto na qualidade de vida de todos os seres vivos, como os garis da limpeza urbana, os catadores, profissionais da engenharia ambiental, produção rural e reciclagem. 

Enquanto chefe do Executivo renovei os meus votos de religiosidade e o meu compromisso em praticar políticas públicas que respeitem e promovam o desenvolvimento sustentável do nosso município", enfatizou o prefeito.es#.WPUcCvkrKUn

 

Nesse sentido, é importante lembrar que a área para o novo aterro sanitário já foi adquirida e o projeto para aprovação dos órgãos competentes já está em andamento. A melhoria do serviço de coleta de lixo na área urbana e rural passa por reformulação, para ser mais eficaz, inclusive, a Secretaria de Obras precisará da colaboração de todos na implantação da coleta diferenciada: Lixo úmido e seco - um avanço importante para o município. A secretaria de Meio Ambiente também é um braço do Samonte Mais Verde, movimento que ao contrário do que a maioria imaginava, está obtendo ótimos resultados junto a população. A ASCASAM também passa por reformulação, o objetivo é garantir que todas as famílias de Santo Antônio do Monte tenham acesso a coleta seletiva nos seus bairros, assim como os profissionais da coleta consigam renda suficiente para se manter.  

 

"Também existe um diuálogo constante sobre a qualidade da nossa água potável do município junto a COPASA, além da revitalização do córrego Guandu, a companhia se comprometeu a começar a captação do Ribeirão Diamante. O Sindicato rural também está nos ajudando a conscientizar os produtores da importância da preservação das nascentes, muitas vezes açoriadas pelo gado", enfatizou Dinho. Na zona urbana, o secretário Dinho Góis tem feito inumeras parcerias para resolver os problemas de deslizamentos e canalização da água pluvial em bairros como mangabeiras, São José, Linhá Linhares, Dom Bosco e Davi. 

 

Todas essas informações demonstram que a Administração 2017/2020 é condizente com as discussões da Campanha da Fraternidade de 2017. "Queremos fazer muito mais, amenizar os erros do passado, quando investimos no bairro Pedro Lacerda, quando resolvemos a situação das famílias que invadiram terrenos da Prefeitura, quando tornamos a ASPRASAM nossa grande parceira", lembrou. 

 

No ritual, Padre Lucas lavou os pés do casal José Antônio e Neusa Gomide, proprietários de uma empresa de reciclagem de plástico, do vereador Marquinho do Sindicat Rural, do Cleber de Minas Monteiro ex-funcionário da EMATER, do prefeito Dinho do Braz, dos garis Sr. Antônio Cabral e Adriana Camargos, do catador de reciclaveis Eli Oliveira, dos enngenheiros ambientais João e Marcone, do Itamar Sanches que vende sucatas e objetos antigos e produtor rural. 

 

ORIGEM DA TRADIÇÃO CRISTÃ

A origem do "Lava Pés" realizado durante a Semana Santa a Igreja Católia Apostólica Romana, remete aos costumes de hospitalidade das civilizações antigas, especialmente naquelas onde a sandália (aberta) era o principal tipo de calçado. O anfitrião, ao receber um hóspede, providencia uma vasilha com água e um servo para lavar-lhe os pés. Este costume aparece em diversos pontos do Antigo Testamento (veja, por exemplo, Gênesis 18:4Gênesis 19:2Gênesis 24:32Gênesis 43:24 e I Samuel 25:41, entre outros), e também em outros documentos históricos e religiosos. O costume também valia quando o hóspede usava sapatos como uma forma de cortesia. No trecho em I Samuel aparece pela primeira vez o ato de alguém realizar a lavagem como prova de humildade.

 

 




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